Ronco e apneia do sono: quando o ronco deixa de ser só barulho
Os sinais que separam o ronco comum da apneia obstrutiva, por que ela não deve ficar sem tratamento e o que é avaliado na consulta.
O ronco não é só barulho
O ronco frequente pode indicar apneia obstrutiva do sono, uma condição que compromete a qualidade do descanso e afeta o dia seguinte inteiro. Procure avaliação se você ou alguém da sua casa apresenta:
- Ronco alto o bastante para incomodar quem dorme no mesmo quarto
- Pausas na respiração durante o sono, notadas por outra pessoa
- Engasgo ou sensação de sufocamento que desperta você à noite
- Sono agitado, com despertares repetidos e virar de lado constante
- Cansaço e sonolência durante o dia, mesmo depois de horas na cama
- Dor de cabeça ao acordar e boca seca pela manhã
- Dificuldade de concentração e irritabilidade sem causa aparente
- Pressão alta de difícil controle, já investigada pelo médico
Quanto mais itens da lista fizerem parte da sua rotina, mais vale investigar. Quem ronca costuma ser o último a perceber: na maioria das vezes, é a pessoa que dorme ao lado quem descreve as pausas na respiração.
Por que a apneia não tratada preocupa
Na apneia obstrutiva, a via aérea fecha parcial ou totalmente várias vezes por noite. A cada episódio, o corpo precisa de um microdespertar para voltar a respirar — e é por isso que a noite deixa de descansar, mesmo com oito horas na cama.
Esse ciclo repetido, noite após noite, tem efeito acumulado. A literatura médica associa a apneia obstrutiva não tratada a hipertensão de difícil controle, arritmias, maior risco cardiovascular, alterações no metabolismo da glicose e sonolência diurna — esta última com impacto direto no risco de acidentes ao volante.
O diagnóstico da apneia é médico e se confirma pela polissonografia. O papel do cirurgião-dentista habilitado em odontologia do sono vem depois: indicar, confeccionar e acompanhar o aparelho intraoral quando ele for o tratamento adequado ao seu grau de apneia.
O que a avaliação investiga
- História do sono — há quanto tempo ronca, em que posição piora, o que já tentou e o que a pessoa que dorme ao lado observa.
- Sinais de sonolência diurna — como o cansaço aparece no seu dia e em que situações.
- Exame da via aérea — garganta, palato, língua, amígdalas e respiração nasal, para localizar onde o ar encontra resistência.
- Exame da mordida e dos dentes — se há dentes de apoio suficientes e se a articulação suporta o avanço mandibular.
- Encaminhamento para polissonografia — quando há sinais de apneia sem exame prévio, é ele que mede a gravidade e define a conduta.
Assista ao vídeo explicativo
Com o Dr. Carlos Machado, dentista e ator de novelas.
Se a avaliação confirmar a indicação
O tratamento com aparelho intraoral tem três portas de entrada, conforme o seu caso.
Aparelho para ronco
Quando a queixa principal é o ronco: como o dispositivo age no som e o que a avaliação investiga.
Ver aparelho para ronco →Aparelho intraoral para apneia
Como o aparelho é feito, do que é feito, quando é indicado e as seis etapas até a entrega.
Ver aparelho intraoral →Alternativa ao CPAP
Para quem já tem diagnóstico e não conseguiu manter o uso da máscara todas as noites.
Ver alternativa ao CPAP →O que dizem nossos pacientes
Avaliações publicadas por pacientes na ficha da clínica no Google.
4,8
Gustavo
há 2 meses
Ótima experiência na clínica.
Dionisse Aparecida
há 4 meses
Excelente atendimento. Rápido e preciso nas explicações.
Claudinha Magalhães
há 10 meses
Excelente clínica. Excelente dentista e excelente atendimento.
Dayane Gomez
há 1 ano
Ótimo atendimento, fiz avaliação, limpeza, raio x e obturações pelo plano.
Yasmin Bianchi
há 1 ano
Excelente! Super recomendo. Fui super bem atendida pelo Dr. Giovani.
Cláudio Carvalho
há 5 meses
Experiência reconfortante. Tratamento profissional e com muito esmero.
Comece pela avaliação
Se você se reconheceu nos sinais acima, o próximo passo é uma consulta. É nela que se define se o caso pede exame do sono e se o aparelho intraoral é indicado para você.